Residencial
Microgeração em telhados e lajes. O consumo noturno costuma ser alto em relação ao diurno, o que aumenta o papel dos créditos.
Do ponto de vista técnico, a pergunta que define a topologia é: para onde vai a energia quando a produção supera o consumo, e de onde ela vem quando falta sol? As respostas levam a três arquiteturas.
O excedente vai para a rede da distribuidora e vira crédito; na falta de sol, a energia vem da rede. É a topologia da grande maioria dos sistemas urbanos.
Sem ligação com a distribuidora, o sistema precisa armazenar em baterias toda a energia usada fora do horário de sol. Comum em locais remotos, bombeamento e telecomunicações.
Combina rede e baterias sob o controle de um inversor híbrido, que decide em tempo real entre consumir, armazenar ou injetar.
| Parâmetro | On-grid | Off-grid | Híbrido |
|---|---|---|---|
| Conexão à rede | Sim | Não | Sim |
| Armazenamento | Não (créditos) | Baterias obrigatórias | Baterias |
| Operação em falta de rede | Desliga | Independe da rede | Mantém cargas de backup |
| Equipamento central | Inversor on-grid | Controlador + inversor off-grid | Inversor híbrido |
| Complexidade | Menor | Maior | Maior |
Microgeração em telhados e lajes. O consumo noturno costuma ser alto em relação ao diurno, o que aumenta o papel dos créditos.
Funcionamento diurno favorece o consumo simultâneo. Telhados metálicos de galpões e lojas exigem estruturas específicas.
Sistemas maiores, muitas vezes em média tensão, com estrutura tarifária própria e estudos de rede mais detalhados.
Bombeamento, irrigação e refrigeração. Instalações em solo e sistemas isolados são frequentes.